Saturday, June 13, 2009

AQUECIMENTO GLOBAL

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Já podemos sentir o aquecimento global
Últimas notícias:
12 Jun 2009Negociadores do clima finalmente concordam:mas só sobre o que eles não concordamOs delegados presentes na última reunião das negociações de clima das Nações Unidas concordam em que discordam sobre quase todas as questões fundamentais para o novo acordo global, diz a Rede WWF. Esta foi a conclusão da organização ao término de mais uma longa rodada, na qual pouco avanço foi obtido em questões essenciais.
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No último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, órgão das Nações Unidas responsável por produzir informações científicas) os cientistas afirmaram que há 90% de certeza que o aumento de temperatura na Terra está sendo causado pelos homens.O WWF-Brasil está trabalhando, em conjunto com a Rede WWF, para deter o aquecimento global. Navegue por esta página para saber o que fazemos e como você pode ajudar.
Fique por dentro:
Acompanhe as negociações de clima
Entenda o aquecimento global
Glossário: fique por dentro dos termos usados nas negociações

AMAZÔNIA - VETO A GRILAGEM - VOTE!!!

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Amazônia: peça o veto à grilagem
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Leia mais e conheça o posicionamento do WWF-Brasil
09 Jun 2009
A Amazônia está ameaçada! A medida provisória da regularização fundiária, também conhecida como MP da grilagem, aprovada pelo Congresso Nacional, vai regularizar áreas ilegalmente ocupadas na Amazônia. Isso vai estimular, ainda mais, o desmatamento, principal contribuição do Brasil para o aquecimento global. Essa situação é grave, pois o país já é o quarto maior emissor de gases de efeito estufa.
É hora de agir!
Só há uma chance de reverter essa ameaça! Ajude-nos a fazer isso. Peça ao Presidente da República que vete os artigos 2, 7 e 13 da MP 458/09.
Envie uma mensagem formal ao Presidente. Para isso, acesse o site da Presidência da República*. Em seguida, copie e cole o texto abaixo no formulário:
Presidente Lula, Sou contra o aquecimento global e a favor da Amazônia e do desenvolvimento sustentável. Por isso, peço os seguintes vetos à MP 458/09:
Artigo 2, incisos II e IV
Artigo 7, e
Artigo 13
Presidente Lula, assuma a liderança. Promova o desenvolvimento sustentável. E não a destruição da Amazônia!

Saturday, November 1, 2008

Meia Amazônia Não!!!

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O PL entrará em pauta e deve ser votado nas próximas semanas!
Não podemos deixar nosso país ter um código flerestal que permite a destruição de florestas.
Ajude divulgando o site:
www.meiaamazonianao.org.br
pedindo assinaturas contrárias à esta proposta do PL.
Cada assinatura gera e-mails automáticos para os deputados da comissão.
Meia Amazônia não!
Queremos a floresta por inteiro!
Para isto precisamos de ajuda de pessoas como você.

por Joanna Guingle

Friday, October 31, 2008

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Wednesday, October 1, 2008

Área de recifes de corais em Abrolhos é duas vezes maior do que se pensava

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Pesquisadores que estudam os recifes de corais do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, a mais antiga reserva natural dos mares brasileiros, acreditavam conhecer bem a área, até que em 2000 pescadores locais avisaram que havia recifes profundos fora dos mapas.
Foram ver e encontraram novas terras submarinas: a área de recifes conhecida em Abrolhos dobrou e vem permitindo conhecer como aquele trecho do litoral se formou ao longo dos últimos milênios. "Essa descoberta casual gerou um projeto ambicioso", conta o biólogo Rodrigo Moura, coordenador do programa Marine Management Area Science da Conservação Internacional (CI) do Brasil.
Formado por cinco ilhotas de origem vulcânica a 70 quilômetros da costa no sul da Bahia, o parque abriga mais do que as baleias-jubarte, que atraem turistas entre julho e novembro.
Ali estão os chapeirões, estruturas em forma de cogumelo cujos topos às vezes se unem e formam colunatas por onde circulam barracudas, garoupas, moréias e pequenos peixes coloridos. Das 16 espécies de coral de Abrolhos, metade é exclusiva do Brasil, como o coral-cérebro (Mussismilia braziliensis), principal construtor de recifes na região.
O banco dos Abrolhos, maior conjunto de recifes do Atlântico Sul, é maior que os 900 quilômetros quadrados preservados. No total são 40 mil quilômetros quadrados, área semelhante à do Espírito Santo, que só agora começa a ser investigada a fundo.
O grupo de Moura explorou o fundo do mar ao longo de 100 quilômetros da costa – entre a foz do rio Jequitinhonha, sul da Bahia, e a do rio Doce, norte do Espírito Santo –, em 19 linhas que partiam do litoral mar adentro, até a queda da plataforma continental, onde a profundidade aumenta subitamente. "Percorrer cada uma dessas linhas demorava dois dias", lembra o geólogo Alex Bastos, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), que participou de algumas expedições no barco equipado com um sonar que produzia imagens tridimensionais do fundo do oceano.
O geólogo da Ufes se surpreendeu por encontrar, a profundidades de até 50 metros, paleocanais formados há cerca de 15 mil anos, quando o que hoje é coberto por mar era terra. "Esses canais indicam por onde os rios passavam naquela época", explica. Como estão preservados, sugerem que o nível do mar subiu rapidamente na região.
O grupo selecionou pontos de destaque nas imagens do sonar e retornou com um robô capaz de filmar locais a que um mergulhador teria dificuldade de descer.
As imagens do robô mostraram corais-negros, típicos de águas profundas, pela primeira vez registrados na região, e algas calcáreas, com um esqueleto de carbonato de cálcio que lembra seixo.
Em setembro os pesquisadores pretendem usar o robô para investigar outras áreas dos recifes e mergulhar a 90 metros, a fim de verificar se há corais por ali. Paulo Sumida, oceanógrafo da Universidade de São Paulo (USP) que coordena a análise dos dados biológicos, deve instalar nos recifes câmeras que automaticamente registram uma imagem por hora, a fim de estudar a dinâmica da vida marinha ali. Embora o levantamento ecológico esteja no início, Rodrigo Moura e o biólogo Ronaldo Francini-Filho, da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), já constataram que os recifes profundos abrigam uma biomassa de peixes com valor comercial 30 vezes maior do que os rasos.
Em artigo a ser publicado na Aquatic Conservation: Marine and Freshwater Ecosystems, eles compararam a população de peixes de recifes profundos e rasos – alguns protegidos e outros com acesso livre para pescadores. Viram que áreas com restrição à pesca são mais ricas em peixes carnívoros de grande porte, como a garoupa, em geral os primeiros a desaparecer das áreas de pesca, que demoram até 40 anos para chegar à idade adulta.
Com o escasseamento dos grandes carnívoros , os pescadores passam a capturar os herbívoros, como os budiões. O problema é que, sem budiões, as algas cobrem os recifes e os corais morrem. Hoje menos de 1% da área de Abrolhos está protegida. E não há planos de preservação dos recifes profundos. Segundo Francini-Filho, seria preciso preservar 20% de cada zona para manter a biodiversidade. As reservas marinhas beneficiam todos.
Como os limites só valem para as pessoas, a população de peixes aumenta rapidamente e muitos migram até 1.200 metros fora das reservas, de acordo com publicado on-line na Fisheries Research. Mesmo em áreas protegidas, parte dos corais de Abrolhos se encontra ameaçada. Francini-Filho constatou que uma bactéria – provavelmente do gênero Vibrio, que chegou a Abrolhos em 2005 – está matando sobretudo o coral-cérebro.
Os pesquisadores estimam que, se nada for feito, em cem anos só restarão 40% dos corais dessa espécie em Abrolhos. É uma estimativa otimista. Se a temperatura da água subir 1° Celsius por causa do aquecimento global, bastarão de 50 a 70 anos para extinguir os corais de Abrolhos. Com mais calor as bactérias proliferam mais depressa e surgem outros problemas como o branqueamento, decorrente da morte de microalgas que vivem no interior dos corais.
Conter o aquecimento global requer ação de todos os países, mas é possível reduzir o nível de bactérias com a coleta e o tratamento do esgoto das cidades costeiras.

Fonte: Revista Pesquisa fapesp.




Wednesday, September 24, 2008

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Pegada ecológica. Espécie humana vai consumir o dobro do ideal até o ano 2050

"A WWF pisou fundo no conceito de "pegada ecológica" ("ecological footprint", em inglês). É um indicador simples da pressão exercida sobre o ambiente. Representa a quantidade de hectares necessários para sustentar a vida de cada pessoa no mundo. A média é 2,2 hectares, mas o espaço disponível para regeneração ("biocapacidade") é de apenas 1,8 hectare", escreve Marcelo Leite, doutor em Ciências Sociais pela Unicamp, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, 29-10-2006.Eis o artigo:
"O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) prestou um novo serviço para o futuro do planeta -se é que ele tem mesmo algum futuro. Na última terça-feira, pôs no ar a versão de 2006 do relatório "Planeta Vivo" (
www.footprintnetwork.org/overshoot), que faz mais pelo ambiente global do que muitas exibições de histrionismo verde. Informação, não tanto emoção: a humanidade já retira da Terra 25% mais recursos do que a biosfera pode reciclar.
A ONG pisou fundo no conceito de "pegada ecológica" ("ecological footprint", em inglês). É um indicador simples da pressão exercida sobre o ambiente. Representa a quantidade de hectares necessários para sustentar a vida de cada pessoa no mundo. A média é 2,2 hectares, mas o espaço disponível para regeneração ("biocapacidade") é de apenas 1,8 hectare.
Alguns exemplos: Estados Unidos, 9,6; Reino Unido, 5,6; Japão, 4,4; Brasil, 2,1; China, 1,6; Índia, 0,8. Os três primeiros são devedores; os últimos, credores -usam menos do que a média. Conjuntamente, estão todos sacando a descoberto.
(Antes que alguém venha com o velho argumento condorcetiano/antimalthusiano de que a tecnologia aumenta a produtividade, cabe dizer que isso foi agregado na metodologia do estudo. E que dois pés de soja, por mais produtivos que eles possam ser, não podem ocupar um mesmo pedaço de chão.)
Se nada for feito, é óbvio que vai piorar. Em 2050, a espécie humana estará consumindo o dobro do que deveria. Provavelmente já terá então ocorrido o que se poderia chamar de "crise da dívida ambiental", que vai provocar saudade da crise do petróleo e da crise da dívida externa. Embora haja controvérsias quanto ao bom senso ser de fato a coisa mais bem distribuída do mundo, tudo indica que será preciso recorrer antes disso a ele -por puro pragmatismo.
Seria o caso de começar fazendo com que os inventores do termo "ecochato" engulam a ofensa, inaugurada em 1992, quando se realizou no Rio de Janeiro a Cúpula da Terra.
Sim, a conversa dos verdes sempre foi meio enfadonha, cheia de estimativas catastróficas difíceis de verificar e assimilar. Além disso, tinham e têm uma tendência irritante a insistir. Talvez seja porque têm razão.
Não, a preocupação com o ambiente global não é mero fastio de intelectuais desiludidos com o marxismo, nem último reduto de meia-oitos. Demorou, mas entrou no radar dos economistas, pelo menos dos mais antenados. E até de Al Gore, legítimo produto do establishment americano.
Retrospectivamente, a reviravolta prova que o rótulo de "ecochato", usado para matar a discussão, fazia tanto sentido quanto criticar freqüentadores de estádios de futebol como uns malucos que gostam de ver 22 marmanjos correndo atrás de uma bola. Esse mesmo pessoal com alergia a verde sempre babou por um relatório do Banco Mundial, cujos números apareciam como encarnação da racionalidade. Se o WWF ainda lhes causar urticária, e como a semana foi dos relatórios ambientais, fica aqui a sugestão de outro: "Em desacordo? Expansão Agrícola, Redução da Pobreza e Meio Ambiente nas Florestas Tropicais" (
www.worldbank.org/tropicalforestreport).
O autor principal é Ken Chomitz, economista do Banco Mundial. O volume defende que países ricos invistam na preservação de florestas tropicais, pagando para que países como o Brasil continuem a prestar esse serviço ambiental para o planeta. Até o governo brasileiro já concorda. Só os neochatos ainda não entenderam."

No Vermelho

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A partir de hoje a terra estará no vermelho: 'Exauridos os recursos do ano', alertam os cientistas

A partir de hoje viajaremos com as contas no vermelho e consumiremos mais recursos do que aqueles que a natureza fornece de modo renovável. Estamos comendo o capital biológico acumulado em mais de três bilhões de anos de evolução da vida: nem mesmo uma superintervenção como a do governo dos Estados Unidos para tapar os buracos dos bancos americanos bastaria para reequilibrar nossa relação com o planeta. Dia 23 de setembro é o Earth Overshoot Day [dia da ultrapassagem dos limites da Terra, ndt]: a hora da bancarrota ecológica.
A reportagem é de Antonio Cianciullo e publicada pelo jornal La Repubblica, 22-09-2008.
Dia 23 de setembro é o Earth Overshoot Day, que em 1955 se desencadeou quase dois meses mais tarde. As projeções das Nações Unidas: sem adoção de medidas, em 2050 encerraremos no dia primeiro de julho.
É o dia em que a renda anual à nossa disposição acaba e os seres humanos vivos continuam a sobreviver pedindo um empréstimo ao futuro, ou seja, retirando riqueza aos filhos e aos netos. A data foi calculada pelo Global Footprint Network, a associação que mensura a pegada ecológica, ou seja, o sinal que cada um de nós deixa sobre o planeta retirando aquilo de que necessita para viver e eliminando o que não lhe serve mais, os rejeitos.
O dia 23 de setembro não é uma data fixa. Por milênios o impacto da humanidade, em nível global, foi transcurável: era um número irrelevante no que se refere à ação produzida pelos eventos naturais que modelaram o planeta. Com o crescimento da população (o século vinte começou com 1,6 bilhões de seres humanos e concluiu com 6 bilhões de seres humanos) e com o crescimento do consumo (o energético aumentou 16 vezes durante o século passado) o quadro mudou em períodos que, do ponto de vista da história geológica, representam uma fração de segundo.
Em 1961 metade da Terra era suficiente para satisfazer as nossas necessidades. O primeiro ano em que a humanidade utilizou mais recursos do que os oferecidos pela biocapacidade do planeta foi 1986, mas, daquela vez o cartãozinho vermelho se ergueu no dia 31 de dezembro: o dano ainda era moderado. Em 1995 a fase do superconsumo já devorara mais de um mês de calendário: a partir de 21 de novembro a quantidade de madeira, fibras, animais e verduras devoradas ia além da capacidade dos ecossistemas de se regenerarem; a retirada começava a devorar o capital à disposição, num círculo vicioso que reduz os úteis à disposição e constringe a antecipar sempre mais o momento do débito.
Em 2005, o Earth Overshoot Day caiu no dia 2 de outubro. Neste ano já o adiantamos para o dia 23 de setembro: já consumimos quase 40 por cento a mais do que aquilo que a natureza pode oferecer sem se empobrecer. Segundo as projeções das Nações Unidas, o ano no qual – se não se tomarem providências – o vermelho vai disparar no dia primeiro de julho será 2050. Isto significa que na metade do século precisaremos de um segundo planeta à disposição. E, visto que é difícil levantar para aquela época a hipótese de uma transferência planetária, será preciso bloquear o superconsumo agindo numa dupla frente: tecnologias e estilos de vida.
O esforço inovador da indústria de ponta produziu um primeiro salto tecnológico relevante: no campo dos eletrodomésticos, da iluminação, da calefação das casas, da fabricação de algumas mercadorias o consumo se reduziu notavelmente. Mas, também os estilos de vida desempenham um papel relevante. Para nos convencermos disso basta confrontar o débito ecológico de países nos quais os níveis de bem-estar são semelhantes. Se o modelo dos Estados Unidos fosse estendido a todo o planeta, precisaríamos de 5,4 Terras. Com o estilo do Reino Unido se desce a 3,1 Terras. Com a Alemanha a 2,5. Com a Itália a 2,2.
“Temos um débito ecológico igual a menos do que a metade daquele dos States, mesmo para nossa adesão às raízes da produção tradicional e para a liderança no campo da agricultura biológica, a de menor impacto ambiental”, explica Roberto Brambilla, da rede Lilliput que, junto com a WWF, cuida da difusão dos cálculos do rastro ecológico. “Mas, também para nós a caminhada para o objetivo da sustentabilidade é longa: servem-nos menos obras prejudiciais como a Ponte sobre o Estreito e mais reflorestamento para reduzir a emissão de gás serra e os desmoronamentos”.

Thursday, September 18, 2008

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O Google anunciou hoje que uniu forças com a GE para utilizar tecnologia, informações e recursos empresariais com foco em conduzir mudanças necessárias para habilitar os consumidores com melhores opções energéticas."Vamos nos concentrar na melhoria da produção de electricidade, transporte e distribuição - uma combinação de tecnologias que poderão ser conhecida como "smart grid" informa o Google em seu blog oficial.
A idéia, no entanto, é melhorar a infra-estrutura de energia elétrica através da mais avançada e eficiente rede de tecnologia, resultando em melhores serviços e menores taxas de poluição por dióxido de carbono ao trabalhar no sentido de conservação, evitando assim a rotineira queima de carvão.
  • Artigos Relacionados no Google Discovery:
  • Google investe mais de US$10 milhões em energia geotérmica
  • Google.org anuncia investimentos na empresa de energia solar BrightSource Energy
  • Descubra a quantidade de energia solar produzida no Googleplex
  • Googleplex vai ser abastecido com energia solar
  • Google vai abastecer frota com energia limpa

Friday, August 15, 2008

Compensação Ambiental em Busca de Uma Norma no Brasil

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Compensação Ambiental - Bursca de Norma Brasileira
Programação Preliminar
Dia 28 de agosto (quinta-feira)
8h00 - Credenciamento
8h30 - Painel I - Conceito nacional e internacional de Compensação - a legislação brasileira sobre Compensação Ambiental - diagnósticos e prognósticos
Palestrante: Dr. Nelson Terra Barth - Presidente do INEAA - Instituto Nacional de Estudos Ambientais Avançados
Debatedores:
Dr. Fernando Tabet - Advogado, responsável pela área Ambiental da Mattos Filho, Veiga Filho, Marrey Jr. e Quiroga Advogados.
Dra. Priscila Santos Artigas -
9h45 - Coffee break

10h00 - Painel II - Estudos de casos bem sucedidos de Compensação Ambiental no setor Industrial
Estudo de caso - Petrobras
11h00 - Painel III - O acórdão do STF na ADIN sobre o Artigo 36 da Lei sobre o Sistema Nacional de Unidades de Conservação
Palestrante: Dra. Maria Luiza Werneck - Procuradora do Estado do Rio de Janeiro; Mestre em Direito Civil - PUC/SP; Pós-graduada em Gestão Ambiental - COPPE/RJ; Sócia do escritório Werneck, Tabet & Noce Advogados; Advogada da CNI, Especialista em Meio Ambiente; foi Advogada Senior do BNDES no período de 1974 a 1992.
Debatedores:
Dra. Yara Maria Gomide Gouvêa
12h30 - Almoço

14h00 - Painel IV - Termo de Ajuste de Conduta: um instrumento de conservação e recuperação do meio ambiente - compensações ambientais vinculadas ao TAC
Palestrante: Dr. Daniel Fink - Procurador de Justiça; Membro da Procuradoria de Justiça de Interesses Difusos e Coletivos; Representante do Ministério Público na Câmara Especial de Meio Ambiente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo; Bacharel em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo - 1.983; Mestre em Saúde Ambiental pela Universidade de São Paulo - FSP/USP; Professor da disciplina de Direito Ambiental e do Consumidor da Faculdade de Direito do Centro Universitário UNIFMU; Professor de Direito Ambiental nos cursos de pós-graduação lato senso do Centro Universitário UNIFMU; Professor da Coordenadoria Geral de Especialização, Aperfeiçoamento e Extensão - COGEAE/PUC-SP, Curso de Especialização em Direito Ambiental; Professor da Escola Superior do Ministério Público do Estado de São Paulo; Professor da Escola Superior de Advocacia - OAB/SP - Curso de Introdução ao Direito Ambiental; Professor da Escola da Magistratura do Estado do Rio de Janeiro, entre outros.
Debatedores:
Dra. Renata Pires Castanho Checchinato - Advogada, com atuação exclusiva na área de Direito Ambiental, há 10 anos; Graduada pela Faculdade de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, PUC-SP, com especialização em Interesses Difusos; Especialista em Gestão Ambiental pela Faculdade de Saúde Pública, Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e o Núcleo de Informações em Saúde Ambiental - NISAM, da Universidade de São Paulo - USP (2002); Mestranda em Direito Processual Civil pela Faculdade de Direito do Largo São Francisco da Universidade de São Paulo/USP; Docente na disciplina “Direito Ambiental”, dos Cursos de Pós-graduação lato sensu em Gestão Ambiental, promovidos pela FAAP, FEI, SENAC/SP, FIA, dentre outros; Tem proferido palestras e publicado artigos na área de Meio Ambiente.
15h00 - Coffee break
15h30 - Painel V - Entraves técnicos e jurídicos - a Compensação Ambiental, uma ferramenta efetiva
Palestrante: Dra. Ana Cristina Pasini da Costa
Debatedores:

André Rebouças - Arcadis
16h30 - Painel VI - Encerramento - discussão do documento: "Subsídios para um Projeto de Lei de Compensações Ambientais no Brasil"
17h30 - Encerramento

Data: 28 de agosto de 2008
Local: The Universe Flat - Rua do Pamplona, 83 - Bela Vista
• Próximo à estação Trianon/Masp do Metrô
Mais informações e inscrições:
Tels. (11) 3917-2878 / 0800 77 01 449
E-mail: rmai.eventos@uol.com.br
Site: www.meioambienteindustrial.com.br

Friday, June 27, 2008

Calculate Your Eco-Footprint

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Having trouble viewing this email? Click here to view it online. http://getinvolved.conservation.org/site/R?i=g2ZG8alds4rLg_UW4XNObg.

************** Dear Jaqueline, We can all agree that humans have an impact on the natural world. Good or bad, we affect the planet with everything we do. And I know that as good eco-citizens, you feel, as I do, that we have a responsibility to do what we can to mitigate the adverse effects we have on the Earth. But do you know how much your actions are affecting the planet? Conservation International has created this handy eco-footprint calculator to help you discover your eco-score. It's a simple quiz that asks what you do that has an effect on our environment. When you've answered all the questions, you'll see your score, how you compare to others in the conservation community, and some tips on how you can improve your score. http://getinvolved.conservation.org/site/R?i=OEgV3qafpmFAhzVLbz-u7w

At Conservation International, our mission is to supply you with practical solutions you can use in your everyday life. Calculate your score today to find out what YOU can do to be a better steward of the Earth.

http://getinvolved.conservation.org/site/R?i=52LgOy7PEVUvRgaYPJbuAA

Sincerely, Vinnie Wishrad Director,

Community and Membership Conservation

International ************** What's Your Eco-footprint?

We all have an impact on the Earth. Take our short quiz to find out your eco-rating and get other ideas on how to reduce your eco-footprint. Take the quiz now!

http://getinvolved.conservation.org/site/R?i=xN7Xtw1kmJZqknCLZM3nHA

************** Tell Us About Yourself

http://getinvolved.conservation.org/site/R?i=ap1LHhFjsBLeumXwjD2avg

************** Forward to a Friend

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************** © 2007 Conservation International Conservation International's mission is to conserve the Earth's living heritage, our global biodiversity, and to demonstrate that human societies are able to live harmoniously with nature. Please visit

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