Friday, June 4, 2010

Mais uma Seleção - UAB

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Unemat abre seleção de tutores da UAB

A Unemat divulga edital para selecionar tutores que estarão atuando nos cursos oferecidos pela Universidade Aberta do Brasil (UAB) nas área de Administração Pública, Física e Biologia, e também nos cursos de pós-graduação “lato sensu” em Gestão Pública, Gestão Pública Municipal e Gestão em Saúde. O edital pode ser acessado em www.unemat.br/ead



Os tutores selecionados vão atuar junto a Diretoria de Gestão à Educação a Distância da Unemat (Dead) como apoio presencial para os acadêmicos. Para se inscrever os interessados devem ter formação na área do curso ou em áreas afins.



As inscrições serão no período de 7 a 20 de junho por meio do site: www.unemat.br/ead. A prova escrita será realizada no dia 26 de junho e o resultado divulgado em 12 de julho.



Mais informações acesse: www.unemat.br/ead no menu "Seleção de tutores".



Fonte: Gazeta Digital

Postado por Blog do Barbudo às 07:25

Tuesday, February 9, 2010

IV Brasil Certificado

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Feira promove o manejo florestal e a produção agrícola responsáveis

A IV Brasil Certificado - Feira de Produtos Florestais e Agrícolas Certificados será realizada de 07 a 09 de abril de 2010, em São Paulo.

Interessados em apresentar ou conhecer empresas, produtores e produtos ambientalmente corretos e socialmente justos, devem reservar a agenda para o período de 07 a 09 de abril, quando acontece a IV Brasil Certificado – Feira de Produtos Florestais e Agrícolas Certificados. Promovida pelo Imaflora (Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola), em parceria com Imazon (Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia), Amigos da Terra – Amazônia Brasileira, FSC Internacional e Rede de Agricultura Sustentável (RAS), com organização da WR São Paulo, Feiras e Congressos, a IV Brasil Certificado será também um espaço de discussão e de busca de soluções para questões socioambientais.

Criada há cinco anos para promover o setor florestal brasileiro comprometido com a sustentabilidade, fomentando negócios entre os produtores e compradores de produtos certificados, a IV Brasil Certificado de 2010, além de produtos florestais, abarcará também o setor agrícola. O evento será realizado no Centro de Eventos São Luís, em São Paulo.

A primeira edição do evento foi em abril de 2004 e reuniu exclusivamente empresas e comunidades com certificação FSC (Forest Stewardship Council). A segunda edição, em abril de 2006, registrou um aumento na variedade de produtos florestais certificados e os resultados positivos estimularam os organizadores a transformar a feira em um evento bianual. A III Brasil Certificado foi realizada de 16 a 18 de abril de 2008, no Centro de Eventos São Luis, em São Paulo (SP), e atraiu 2.998 visitantes. Eles visitaram os estandes de 39 expositores que levaram ao evento produtos como madeira, móveis, papel e celulose, livros, painéis reconstituídos, objetos de decoração, brindes e produtos florestais não madeireiros (alimentos, cosméticos, óleos, essências).

A certificação é uma das principais ferramentas utilizadas para garantir a origem dos produtos. Para conquistá-la, empresas e produtores devem seguir rigorosos padrões internacionais para o manejo florestal e para a produção agrícola, contribuindo para a conservação dos recursos naturais e para a promoção de benefícios sociais. Na feira de 2010 serão apresentados produtores, empresas e produtos com dois tipos de certificação: a do FSC, que define os padrões mundiais para a boa utilização das florestas, e a da Rede de Agricultura Sustentável (SAN – Sustainable Agriculture Network), que garante práticas agrícolas responsáveis.

Além da exposição, o evento também prevê a realização de fóruns de discussão sobre o mercado da certificação no Brasil e no Mundo. Em 2008, esses fóruns foram um espaço em que representantes da cadeia produtiva florestal mostraram como é possível transformar matéria-prima proveniente de florestas certificadas em produtos de consumo consciente e os participantes puderam compartilhar estratégias de compras sustentáveis e casos de sucessos das empresas que incluíram a certificação FSC em suas políticas de compras. Além disso, os fóruns representaram uma oportunidade de aproximar a certificação FSC do público em geral, mostrando casos práticos e próximos à realidade das empresas, dos órgãos governamentais e dos consumidores finais.


Para mais informações sobre o IV Brasil Certificado e edições anteriores do evento, visite o site http://www.brasilcertificado.com.br/

Thursday, January 7, 2010

Cotação da sustentabilidade

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Por Cristina Tavelin, da revista Ideia Socioambiental

Índices socioambientais ganham importância para acionistas e empresas que desejam atuar no mercado global.

Atuar em uma economia globalizada requer cada vez mais empenho das corporações: além de aprimorar processos, é necessário comunicar os stakeholders de forma eficiente. Como em nenhuma outra época, os públicos de interesse cobram uma postura socioambientalmente responsável por parte das empresas. Esse aspecto também está se tornando determinante na tomada de decisão de acionistas. Em seu auxílio, contam com índices como o Dow Jones Sustainability World Index (DJSI World) para saber onde investir sem correr riscos no longo prazo.

No último dia 3 de setembro, foi anunciada a lista de empresas presentes na edição 2009/2010 da carteira do DJSI World, que inclui sete brasileiras entre as 2.500 selecionadas. Lançado em 1999, o DJSI World é o primeiro índice global a avaliar a performance financeira das companhias juntamente com critérios socioambientais. Ações de empresas capazes de criar valor no longo prazo e aproveitar oportunidades, além de gerenciar os riscos econômicos, ambientais e sociais integram a concorrida carteira da Dow Jones.

Segundo Ricardo Valente, diretor da consultoria Key Associados, o resultado ainda não reflete o impacto da crise financeira global, pois utiliza como base os dados de 2008. A grande mudança deve ocorrer nos índices de 2010. “As empresas, que reduziram investimentos, mudaram o foco ou adotaram o conceito da sustentabilidade apenas por estar na moda, vão ter dificuldade em demonstrar o seu desempenho de 2009 na avaliação de 2010”, sentencia.

A revisão anual do DJSI é baseada na análise de aspectos de performance econômica, ambiental e social, e inclui questões como governança, gestão de risco, mitigação de mudanças climáticas, padrões das cadeias de suprimentos e práticas de trabalho.

De acordo com Valente, alcançar o nível de abrangência e complexidade solicitado é um grande desafio para aqueles que desejam integrar a conceituada e seletiva carteira da Dow Jones.

“Com um questionário bastante amplo, cerca de 90 questões e outras relacionadas a cada item, há um nível de detalhamento muito grande. A abrangência do questionário, que foca as dimensões econômica, social e ambiental com profundidade e a competitividade de empresas do mundo inteiro, exige que as companhias tenham um nível muito bom em sustentabilidade para ter a habilidade de mostrar isso aos avaliadores”.

Neste ano, 33 novas companhias integrarão o índice enquanto 33 empresas serão excluídas, mantendo o mesmo número de componentes: 317 corporações. Entre as gigantes que passam a integrar o índice estão Johnson & Johnson, Coca-Cola e Samsung Electronics, enquanto as exclusões mais significativas dizem respeito à National Grid, Mitsubishi Estate e SABMiller.

Para Valente, alguns setores deverão enfrentar questionamentos mais rígidos por parte dos avaliadores nos próximos anos devido à sua influência em assuntos socioambientais. “O setor industrial, em função das mudanças climáticas, deve ser muito questionado, juntamente com indústrias que trabalham com recursos naturais, como mineração e energia”, avalia.

As principais mudanças nos critérios de avaliação para a carteira desse ano em relação a 2008 foram a inclusão de itens como gestão de risco e crise, gestão de inovação e atração e retenção de talentos.

A inovação tende a desempenhar um papel fundamental na avaliação das empresas para integrar o índice à medida que processos criativos serão fundamentais para a evolução de uma economia sustentável. “Certos setores são sempre questionados sobre inovações tecnológicas visando diminuir a utilização de recursos naturais e o impacto de suas atividades. É um questionamento que tende a aparecer cada vez mais nos índices daqui para frente”, avalia Valente.

E para empresas que têm ações na bolsa e desejam ampliar sua atuação no mercado externo, índices como o Dow Jones serão fundamentais. Além disso, há uma tendência de que mais recursos sejam investidos em ações que estejam listadas na carteira do DJSI. Linhas específicas, como do banco mundial, já têm como requisito buscar empresas que compõe esses índices. Para Valente, na maioria das corporações, a sustentabilidade ainda se apresenta de forma superficial para cobrir uma demanda tão rigorosa e ainda há muito para evoluir dentro do conceito.

“Em momentos de crise, a maneira como se responde aos stakeholders e a transparência nesse tipo de situação são aspectos que devem evoluir muito ainda”, conclui.

Líderes dos principais setores no DJSI World

Cuidados com a saúde: Roche

Bens e serviços: TNT

Alimentos e bebidas: Unilever

Serviços financeiros: Investimentos Itaú

Materiais e construção: Panasonic Electric Works

Químicos: DSM

Fontes básicas: Aracruz Celulose

Bancos: Australia & New Zealand Banking Group

Automóveis e peças: BMW

Construção: GPT Group

Viagem e lazer: Sodexo

Utilitários: Cia Energética Minas Gerais

Telecomunicações: Telefónica

Tecnologia: Nokia

Varejo: Kingfisher

Pessoal e casa: Adidas

Petróleo e Gás: Total

Mídia: Pearson

Seguros: Swiss Re

(Ideiasocioambiental) 17/9/09




Thursday, October 8, 2009

O que faz a diferença na hora de comprar?

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Por Sandrine Lage*
Adquirir para a frota municipal veículos com menor impacto ambiental, instalar lâmpadas LED em todos os semáforos de uma cidade, introduzir produtos de comércio justo nas cafeterias ou criar códigos de conduta ou de ética para fornecedores, são algumas iniciativas já levadas a cabo em Portugal pelo sector público, no contexto da adoção da prática de procurement sustentável.
Aparentemente, neste campo, leva vantagem ao setor privado.
Unir forças com os fornecedores para encontrar soluções mais ecológicas e socialmente responsáveis, permite às organizações, destacarem-se face à concorrência, além de criar valor.
Segundo a McCann, a criação de novos modelos que tragam vantagens nas vertentes econômica, ambiental e social definirá, num futuro próximo, quais as organizações de sucesso.
A sustentabilidade vende e é cada vez mais essencial à saúde das marcas.Eis as conclusões que o grupo mundial publicou, recentemente, em conjunto com o Pnuma (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente).
Algumas iniciativas são já, inclusive, levadas a cabo, em Portugal, pelo sector público, no contexto da adoção da prática de procurement sustentável.
Trata-se, no fundo, de adquirir bens e serviços mais eficientes em termos de energia e recursos consumidos. Nalguns casos pioneiros, contudo, nem sempre é considerada a análise do ciclo de vida.
É o caso da escolha de híbridos, com maior impacto ambiental na extração da matéria prima, produção e consumo, quando comparada com outras opções no mercado.
Está efetivamente comprovado que há motores a gasóleo mais eficientes (e mais baratos), logo, menos prejudiciais ao ambiente do que os motores híbridos. Outro mito: o fato de adquirir produtos biológicos, por exemplo, nem sempre é sinônimo de menor impacto ambiental.
Caso a origem seja do outro lado do continente, é preferível recorrer a opções locais ou nacionais e privilegiar produtos da região.
Reserve-se a exceção, nalgumas situações, a produtos fair trade. Se houver opção de escolha, a primazia deve ser dada, sempre que possível, aos alimentos de época (fruta, legumes e, no caso do pescado, evitando os períodos de desova).Mas para quem procura, neste setor, sistematizar ações de compras menos prejudiciais ao ambiente, pode contar com o encaminhamento da estratégia de desenvolvimento LEAP (Local Authorities EMAS and Procurement).
Este projeto é co-financiado pela Comissão Européia e reúne 12 autarquias do Reino Unido, Suécia, Grécia, Espanha e Portugal.
Soluções à vista no setor privado, a implementação de procurement sustentável depende do compromisso assumido pela gestão de topo, uma vez que a legislação é omissa.
Contudo, as organizações – públicas e privadas – podem sempre recorrer à implementação de requisitos das normas NP EN ISO 14001: 2004 (sistema de gestão ambiental), OHSAS 18001: 2007 (sistema de gestão de segurança e saúde no trabalho) e SA 8000: 2008 (para introdução de critérios ambientais, de segurança e saúde no trabalho e princípios de responsabilidade social nos seus processos de compra).
Sendo uma Associação de Municípios, a LIPOR certificou-se, em Dezembro de 2008, segundo o referencial internacional de Responsabilidade Social SA 8000. Adicionalmente, criou - também em 2008 -, o seu Código de Conduta para Fornecedores. Este visa estabelecer um compromisso entre ambas as partes, relativamente aos princípios da Declaração Universal dos Direitos Humanos, às Convenções da Organização Internacional do Trabalho e da Legislação Nacional e Comunitária em vigor, e deve ser aplicado às suas atividades comerciais.
Considerar os fornecedores como parte interessada e interveniente na estratégia de desenvolvimento sustentável e de melhoria contínua já é uma realidade para 83 por cento de 50 empresas portuguesas, dos setores público e privado (taxa de participação de 60%, com 73% das respostas com origem em empresas associadas do BCSD Portugal). 66,7 por cento dos inquiridos declaram praticar o procurement sustentável enquanto 6,7% confessam não o fazer.
O que é nacional é bomCerca de 60 por cento das inquiridas asseguram dar preferência a fornecedores nacionais.
O requisito é que reúnam as condições tecnológicas e comerciais equivalentes a alternativas internacionais. Ao fazê-lo, estão a promover o desenvolvimento econômico e social das comunidades onde se inserem (garantindo a procura a nível local e nacional, mantém-se o emprego), mas também ambiental (quanto maior o recurso a fornecedores locais, menor é o impacto ambiental, evitando emissões provenientes do transporte, entre outras).
No fim, ganha a economia global do País. Para tornar o procurement sustentável numa prática consolidada no seio empresarial português é essencial seguir o exemplo de 33 por cento dos inquiridos: respeitar o Código de Conduta Para Fornecedores, através da solicitação de evidências documentadas, da realização de auditorias e/ou da visita aos fornecedores. O que, aliás, potencia a procura por padrões de qualidade superiores, contribuindo para a criação de um contexto mais competitivo.
Minimizar o risco do negócio, criando espaço para investir em inovação e no desenvolvimento tecnológico, são os resultados apontados para um reconhecimento geral das vantagens inerentes à criação de parcerias com os fornecedores numa lógica win-win. Peso e medida - estabelecer e implementar objetivo e metas mensuráveis e consistentes com a política de procurement sustentável é um bom ponto de partida.
O recurso a um serviço de cattering biológico ou com base em produtos regionais; a compra de produtos de limpeza com rótulo ecológico ou a celebração de contratos com título “verde” ou de limpeza ecológica; ou a aquisição de equipamento elétrico de classe A ou com o selo Energy Star são alguns exemplos. Neste último caso, no fundo, além da eficiência energética e da qualidade, o mais sustentável dos equipamentos é aquele que assegure um ciclo de vida mais longo.
Alguns eletrodomésticos permitem que o programa seja submetido a um upgrade, evitando tornarem-se rapidamente obsoletos ou que se proceda à sua substituição por uma versão mais “atual”.
As opções não acabam aqui... Até a construção de um edifício pode ser energeticamente eficiente. Basta inspirar-se na arquitetura bioclimática, com maior foco na orientação solar, e / ou no recurso a materiais disponíveis na zona de construção e / ou com menor impacto ambiental. No caso da arquitetura bioclimática, nem sequer inflaciona o orçamento. Basta considerar como zonas “tampão” as casas-de-banho, garagens, escadas e corredores. Ou seja, que sejam orientadas a Norte, a fim de reduzir o impacte do frio.
É suficiente ter em conta alguns destes fatores, para que a factura da energia pese menos no orçamento, garantindo, simultaneamente uma maior eficiência energética e um maior conforto.
Todas estas inúmeras opções são uma forma eficaz de comunicar aos fornecedores (e ao mercado) qual a verdadeira política da organização. *
Sandrine Lage é jornalista portuguesa, Msc Design for Sustainability (Cranfield), escritora, comunicóloga e pesquisadora das melhores práticas editoriais e de gestão nas áreas de sustentabilidade na mídia com formação em gestão de RH e responsabilidade social empresarial, concluiu, em 2008, o Masters Programme Design for Sustainability, na Universidade de Cranfield, no Reino Unido, com a tese “Como melhorar a comunicação da sustentabilidade nos Media”, baseada nos case studies dos jornais Público (Portugal) e The Guardian (Britânico).
É fundadora da empresa Sperantia, que lançou o estudo das “Melhores Empresas para Trabalhar” na Europa, por meio da representação, em Portugal, do Great Place to Work Institute.

transcrito de texto de Sandrine Lage*


(Envolverde/Assessoria)08/10/09

Saturday, June 13, 2009

AQUECIMENTO GLOBAL

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Já podemos sentir o aquecimento global
Últimas notícias:
12 Jun 2009Negociadores do clima finalmente concordam:mas só sobre o que eles não concordamOs delegados presentes na última reunião das negociações de clima das Nações Unidas concordam em que discordam sobre quase todas as questões fundamentais para o novo acordo global, diz a Rede WWF. Esta foi a conclusão da organização ao término de mais uma longa rodada, na qual pouco avanço foi obtido em questões essenciais.
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No último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas, órgão das Nações Unidas responsável por produzir informações científicas) os cientistas afirmaram que há 90% de certeza que o aumento de temperatura na Terra está sendo causado pelos homens.O WWF-Brasil está trabalhando, em conjunto com a Rede WWF, para deter o aquecimento global. Navegue por esta página para saber o que fazemos e como você pode ajudar.
Fique por dentro:
Acompanhe as negociações de clima
Entenda o aquecimento global
Glossário: fique por dentro dos termos usados nas negociações

AMAZÔNIA - VETO A GRILAGEM - VOTE!!!

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Amazônia: peça o veto à grilagem
Links relacionados
Leia mais e conheça o posicionamento do WWF-Brasil
09 Jun 2009
A Amazônia está ameaçada! A medida provisória da regularização fundiária, também conhecida como MP da grilagem, aprovada pelo Congresso Nacional, vai regularizar áreas ilegalmente ocupadas na Amazônia. Isso vai estimular, ainda mais, o desmatamento, principal contribuição do Brasil para o aquecimento global. Essa situação é grave, pois o país já é o quarto maior emissor de gases de efeito estufa.
É hora de agir!
Só há uma chance de reverter essa ameaça! Ajude-nos a fazer isso. Peça ao Presidente da República que vete os artigos 2, 7 e 13 da MP 458/09.
Envie uma mensagem formal ao Presidente. Para isso, acesse o site da Presidência da República*. Em seguida, copie e cole o texto abaixo no formulário:
Presidente Lula, Sou contra o aquecimento global e a favor da Amazônia e do desenvolvimento sustentável. Por isso, peço os seguintes vetos à MP 458/09:
Artigo 2, incisos II e IV
Artigo 7, e
Artigo 13
Presidente Lula, assuma a liderança. Promova o desenvolvimento sustentável. E não a destruição da Amazônia!

Saturday, November 1, 2008

Meia Amazônia Não!!!

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O PL entrará em pauta e deve ser votado nas próximas semanas!
Não podemos deixar nosso país ter um código flerestal que permite a destruição de florestas.
Ajude divulgando o site:
www.meiaamazonianao.org.br
pedindo assinaturas contrárias à esta proposta do PL.
Cada assinatura gera e-mails automáticos para os deputados da comissão.
Meia Amazônia não!
Queremos a floresta por inteiro!
Para isto precisamos de ajuda de pessoas como você.

por Joanna Guingle

Friday, October 31, 2008

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Wednesday, October 1, 2008

Área de recifes de corais em Abrolhos é duas vezes maior do que se pensava

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Pesquisadores que estudam os recifes de corais do Parque Nacional Marinho dos Abrolhos, a mais antiga reserva natural dos mares brasileiros, acreditavam conhecer bem a área, até que em 2000 pescadores locais avisaram que havia recifes profundos fora dos mapas.
Foram ver e encontraram novas terras submarinas: a área de recifes conhecida em Abrolhos dobrou e vem permitindo conhecer como aquele trecho do litoral se formou ao longo dos últimos milênios. "Essa descoberta casual gerou um projeto ambicioso", conta o biólogo Rodrigo Moura, coordenador do programa Marine Management Area Science da Conservação Internacional (CI) do Brasil.
Formado por cinco ilhotas de origem vulcânica a 70 quilômetros da costa no sul da Bahia, o parque abriga mais do que as baleias-jubarte, que atraem turistas entre julho e novembro.
Ali estão os chapeirões, estruturas em forma de cogumelo cujos topos às vezes se unem e formam colunatas por onde circulam barracudas, garoupas, moréias e pequenos peixes coloridos. Das 16 espécies de coral de Abrolhos, metade é exclusiva do Brasil, como o coral-cérebro (Mussismilia braziliensis), principal construtor de recifes na região.
O banco dos Abrolhos, maior conjunto de recifes do Atlântico Sul, é maior que os 900 quilômetros quadrados preservados. No total são 40 mil quilômetros quadrados, área semelhante à do Espírito Santo, que só agora começa a ser investigada a fundo.
O grupo de Moura explorou o fundo do mar ao longo de 100 quilômetros da costa – entre a foz do rio Jequitinhonha, sul da Bahia, e a do rio Doce, norte do Espírito Santo –, em 19 linhas que partiam do litoral mar adentro, até a queda da plataforma continental, onde a profundidade aumenta subitamente. "Percorrer cada uma dessas linhas demorava dois dias", lembra o geólogo Alex Bastos, da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), que participou de algumas expedições no barco equipado com um sonar que produzia imagens tridimensionais do fundo do oceano.
O geólogo da Ufes se surpreendeu por encontrar, a profundidades de até 50 metros, paleocanais formados há cerca de 15 mil anos, quando o que hoje é coberto por mar era terra. "Esses canais indicam por onde os rios passavam naquela época", explica. Como estão preservados, sugerem que o nível do mar subiu rapidamente na região.
O grupo selecionou pontos de destaque nas imagens do sonar e retornou com um robô capaz de filmar locais a que um mergulhador teria dificuldade de descer.
As imagens do robô mostraram corais-negros, típicos de águas profundas, pela primeira vez registrados na região, e algas calcáreas, com um esqueleto de carbonato de cálcio que lembra seixo.
Em setembro os pesquisadores pretendem usar o robô para investigar outras áreas dos recifes e mergulhar a 90 metros, a fim de verificar se há corais por ali. Paulo Sumida, oceanógrafo da Universidade de São Paulo (USP) que coordena a análise dos dados biológicos, deve instalar nos recifes câmeras que automaticamente registram uma imagem por hora, a fim de estudar a dinâmica da vida marinha ali. Embora o levantamento ecológico esteja no início, Rodrigo Moura e o biólogo Ronaldo Francini-Filho, da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), já constataram que os recifes profundos abrigam uma biomassa de peixes com valor comercial 30 vezes maior do que os rasos.
Em artigo a ser publicado na Aquatic Conservation: Marine and Freshwater Ecosystems, eles compararam a população de peixes de recifes profundos e rasos – alguns protegidos e outros com acesso livre para pescadores. Viram que áreas com restrição à pesca são mais ricas em peixes carnívoros de grande porte, como a garoupa, em geral os primeiros a desaparecer das áreas de pesca, que demoram até 40 anos para chegar à idade adulta.
Com o escasseamento dos grandes carnívoros , os pescadores passam a capturar os herbívoros, como os budiões. O problema é que, sem budiões, as algas cobrem os recifes e os corais morrem. Hoje menos de 1% da área de Abrolhos está protegida. E não há planos de preservação dos recifes profundos. Segundo Francini-Filho, seria preciso preservar 20% de cada zona para manter a biodiversidade. As reservas marinhas beneficiam todos.
Como os limites só valem para as pessoas, a população de peixes aumenta rapidamente e muitos migram até 1.200 metros fora das reservas, de acordo com publicado on-line na Fisheries Research. Mesmo em áreas protegidas, parte dos corais de Abrolhos se encontra ameaçada. Francini-Filho constatou que uma bactéria – provavelmente do gênero Vibrio, que chegou a Abrolhos em 2005 – está matando sobretudo o coral-cérebro.
Os pesquisadores estimam que, se nada for feito, em cem anos só restarão 40% dos corais dessa espécie em Abrolhos. É uma estimativa otimista. Se a temperatura da água subir 1° Celsius por causa do aquecimento global, bastarão de 50 a 70 anos para extinguir os corais de Abrolhos. Com mais calor as bactérias proliferam mais depressa e surgem outros problemas como o branqueamento, decorrente da morte de microalgas que vivem no interior dos corais.
Conter o aquecimento global requer ação de todos os países, mas é possível reduzir o nível de bactérias com a coleta e o tratamento do esgoto das cidades costeiras.

Fonte: Revista Pesquisa fapesp.




Wednesday, September 24, 2008

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Pegada ecológica. Espécie humana vai consumir o dobro do ideal até o ano 2050

"A WWF pisou fundo no conceito de "pegada ecológica" ("ecological footprint", em inglês). É um indicador simples da pressão exercida sobre o ambiente. Representa a quantidade de hectares necessários para sustentar a vida de cada pessoa no mundo. A média é 2,2 hectares, mas o espaço disponível para regeneração ("biocapacidade") é de apenas 1,8 hectare", escreve Marcelo Leite, doutor em Ciências Sociais pela Unicamp, em artigo publicado no jornal Folha de S. Paulo, 29-10-2006.Eis o artigo:
"O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) prestou um novo serviço para o futuro do planeta -se é que ele tem mesmo algum futuro. Na última terça-feira, pôs no ar a versão de 2006 do relatório "Planeta Vivo" (
www.footprintnetwork.org/overshoot), que faz mais pelo ambiente global do que muitas exibições de histrionismo verde. Informação, não tanto emoção: a humanidade já retira da Terra 25% mais recursos do que a biosfera pode reciclar.
A ONG pisou fundo no conceito de "pegada ecológica" ("ecological footprint", em inglês). É um indicador simples da pressão exercida sobre o ambiente. Representa a quantidade de hectares necessários para sustentar a vida de cada pessoa no mundo. A média é 2,2 hectares, mas o espaço disponível para regeneração ("biocapacidade") é de apenas 1,8 hectare.
Alguns exemplos: Estados Unidos, 9,6; Reino Unido, 5,6; Japão, 4,4; Brasil, 2,1; China, 1,6; Índia, 0,8. Os três primeiros são devedores; os últimos, credores -usam menos do que a média. Conjuntamente, estão todos sacando a descoberto.
(Antes que alguém venha com o velho argumento condorcetiano/antimalthusiano de que a tecnologia aumenta a produtividade, cabe dizer que isso foi agregado na metodologia do estudo. E que dois pés de soja, por mais produtivos que eles possam ser, não podem ocupar um mesmo pedaço de chão.)
Se nada for feito, é óbvio que vai piorar. Em 2050, a espécie humana estará consumindo o dobro do que deveria. Provavelmente já terá então ocorrido o que se poderia chamar de "crise da dívida ambiental", que vai provocar saudade da crise do petróleo e da crise da dívida externa. Embora haja controvérsias quanto ao bom senso ser de fato a coisa mais bem distribuída do mundo, tudo indica que será preciso recorrer antes disso a ele -por puro pragmatismo.
Seria o caso de começar fazendo com que os inventores do termo "ecochato" engulam a ofensa, inaugurada em 1992, quando se realizou no Rio de Janeiro a Cúpula da Terra.
Sim, a conversa dos verdes sempre foi meio enfadonha, cheia de estimativas catastróficas difíceis de verificar e assimilar. Além disso, tinham e têm uma tendência irritante a insistir. Talvez seja porque têm razão.
Não, a preocupação com o ambiente global não é mero fastio de intelectuais desiludidos com o marxismo, nem último reduto de meia-oitos. Demorou, mas entrou no radar dos economistas, pelo menos dos mais antenados. E até de Al Gore, legítimo produto do establishment americano.
Retrospectivamente, a reviravolta prova que o rótulo de "ecochato", usado para matar a discussão, fazia tanto sentido quanto criticar freqüentadores de estádios de futebol como uns malucos que gostam de ver 22 marmanjos correndo atrás de uma bola. Esse mesmo pessoal com alergia a verde sempre babou por um relatório do Banco Mundial, cujos números apareciam como encarnação da racionalidade. Se o WWF ainda lhes causar urticária, e como a semana foi dos relatórios ambientais, fica aqui a sugestão de outro: "Em desacordo? Expansão Agrícola, Redução da Pobreza e Meio Ambiente nas Florestas Tropicais" (
www.worldbank.org/tropicalforestreport).
O autor principal é Ken Chomitz, economista do Banco Mundial. O volume defende que países ricos invistam na preservação de florestas tropicais, pagando para que países como o Brasil continuem a prestar esse serviço ambiental para o planeta. Até o governo brasileiro já concorda. Só os neochatos ainda não entenderam."